sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
À Júlia: Sonho e realidade!
Da sua existência ainda imaginária
Ganho coragem de juntar palavras
Como quem juntas sentimentos no coração
E esvaziar a alma confusa
Que me acompanha
Sem o brilho dos teus olhos por perto
A mão não treme
E o coração não teme
Em dedicar-te esses soluços
Essa disfarçada vontade de te conhecer
Ou de te trazer à realidade
E se achas que existes
Que já te conheço
Eu preciso é dissecar-te a existência
Desvendar os segredos todos
Até os que se escondem no futuro
Que em vão procuro fugir
Preciso que a noite envelheça
Que a mudrugada chegue
E em vez de palavras
Sejam gestos te falando
Minha própria existência te falando
Preciso!
Nelson Livingston (Renatus)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Escrever é viver!
Escrever é para mim
Como respirar
Deixar o mundo
Entrar e sair
Pelos pulmões
Da vida que dentro mim
Precisa se misturar
À humanidade que me rodeia
Viver em cada palavra escrita
Uma vida imaginária
Ou reviver
Um sonho tornado realidade
Escrever é para mim
Uma forma de eternizar
Os momentos curtos
Que a vida não me deixa digerir
Escrever é uma saída
Escrever é viver
Nelson Livingston(Renatus)
FUGA IMPOSSÍVEL
Queria fugir para longe de você
Longe até do meu próprio ser
Onde teimosamente
Ainda te trago guardado
Fugir para longe
Deste mundo material e real
Onde nem sempre oque queremos
É oque finalmente teremos
Onde nem sempre
Sabemos o que fazer
Para ter oque relamente queremos
Queria fugir das regras opressivas e perpétuas
Que aprendi desde menino
E hoje estão estampadas
Em cada página desse livro
Que se chama minha vida
Queria inventar meus próprios caminhos,
Um mundo só meu
Onde você não existisse
Nem em forma duma lembrança reprimida
Fugir disso tudo
Seria fugir da realidade
E não sei como isso se faz
Nelson Livingston(Renatus)
terça-feira, 12 de julho de 2011
MINHA PRISÃO
Oque ainda me prende a ti
São as lembranças dos momentos que sonhamos
Frases e gestos
Que a brevidade da vida
Não nos deixou viver
Saudades de um futuro
Que não chegou a ser presente
E hoje
Nem passado podemos chamar
E assim,
Nem são as lembranças em si
Que me prendem a ti
Mas uma parte de mim mesmo
Que parou no tempo
E deixou o tempo passar
Eu queria ser forte como costumava ser
Antes do sonho se desfazer
Mas era sua presença
E o futuro que juntos sonhámos
Que me fortalecia
Nelson Livingston(Renatus)
Quando eu disser adeus
Quando eu disser adeus,
Por favor diga: Fica!
É que poderá não ser com intenção de sair
Mas de querer estar certo
Se ainda me queres por perto.
Nelson Livingston(Renatus)
CONFISSÕES DESTE PEDAÇO DE MIM
Nunca disse que te amo
Que saberia te amar
Mas jurei aos céus e à terra
Que aprenderia a te amar
Mesmo que isso levasse toda a eternidade curta
Que a vida nos manter unidos.
É que amar
É coisa complexa demais
Para que humano finitos como nós
Já saibam mesmo antes de embarcar
Na nave onde o amor acontece
Queria que só bastassem palavras
Frase lindas e bem feitas
Para que o amor se realizasse
E de forma universal
Queria que bastassem os gestos
Mesmo indecifráveis
Para que o amor
Se tornasse algo em comum
Nas vidas e almas diferentes que transportamos
Queria mais o amor é coisa complexa demais
Nelson Livingston(Renatus)
Mais um adeus!
O fim do sonho que sonhei
Mundo que criei
Não é senão O dessipar
Da nuvem que me cobria o tecto
Me criava sombras
Conforto temporário
Que barava o caminho
Hoje o sol brilha directo na pele
Me queima as mesmice da meninice
E se calhar me torna mais homen
Adulto de olhar firme
Embora para um futuro incerto
Nelson Livingston(Renatus)
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